quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Redes sociais e sites de entretenimento consomem 60% do tempo online dos jovens

3F
Ilquiston Lopes
Willians Caique
Vinícius Silva

Usuários da internet brasileira com faixa etária entre 6 e 14 anos gastaram 60% do tempo online em sites de entretenimento, programas de mensagem instantânea e de redes sociais, aponta estudo feito pela comScore. O levantamento foi feito com base em acessos referentes ao mês de maio. Ao todo essa faixa, que engloba crianças e adolescentes, representa 12% do total de usuários online no país.

A faixa etária compreendida entre 6 e 14 anos consumiu, respectivamente, 25% do tempo online em sites de entretenimento, 22% usando programas de mensagem instantânea (como o Windows Live Messenger) e 15% em mídias sociais. Isso indica, segundo a comScore, que atividades ligadas a diversão e lazer são as mais acessadas por esse tipo de usuário.

A pesquisa contabilizou 40,7 milhões de usuários brasileiros que acessaram a internet seja de casa ou do trabalho em maio. Internautas de 15 a 34 anos são maioria (56,1%), enquanto usuários com idade superior a 35 anos representam 32,1%.

O estudo não considerou acessos móveis à rede e acessos a computadores públicos (de cybercafés, por exemplo). No entanto, a comScore estima que há mais de 73 milhões de usuários no país.


Análise por região

O levantamento também comparou a porcentagem de visitas únicos nas cinco regiões do país: Sul, Sudeste, Nordeste, Norte e Centro-Oeste. Dessas, a região que detém a maior porcentagem de visitantes únicos é a Sudeste com 67%.

Em segundo lugar, fica a região Sul com 14,2% e, na sequência, vem Nordeste (10,7%), Centro-Oeste (6,1%) e, por fim, a região Norte (2%).

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

E nós que pensávamos que a escravidão havia sido abolida

3ºE
Roberta Albino
Jhenifer Martins

Com o avanço tecnológico, às vezes nos achamos um pouco desatualizados sobre as coisas. O celular comprado no mês passado, já foi sucedido por um mais moderno e prático.
Acabamos nos acostumando com esta mudança que não para e não conseguimos mais pensar em uma sociedade desprovida de tecnologia.
Como funcionaria uma cidade sem carros, computadores, celulares, avanços médicos, jornais, revistas, musicas e coisas modernas?
A sociedade acabou tornando-se escrava da tecnologia e da praticidade que ela proporciona.
Saber se há um limite de descobertas ou se elas são infinitas não cabe a nós. Só nos resta esperar e ver até onde conseguimos chegar com essas mudanças que tanto beneficiam quanto causam malefícios à população.